BLOG DA MARLENE

Aqui quero fazer um espaço de boa comunicação com meus amigos leitores. Seja bem vindo!

sábado, 24 de novembro de 2012

RECITAL DE POESIAS


               

"Grande ou pequeno, todo homem é um poeta, se você sabe ver o ideal, além de seus atos"
Henrik Johan Ibsen.
Com base nesse pensamento, a Escola Particular Pequeno Polegar apresentou na noite do dia, 22 de novembro último,  mais um recital de poesias. Toda a família queria estar presente a esse lindo presente, mas não havia espaço, os alunos puderam então, escolher dois convidados, além dos pais. Fui uma dessas privilegiadas, escolhida pelo meu neto, sinto-me na obrigação de descrever, esse evento inesquecível. Quero mostrar tudo  o que vi, envolvido pela minha profunda emoção. 
Ao chegar, fomos tomados pela poesia da decoração; subindo a escadaria, cada degrau exibia as letras: RECITAL DE POESIAS. De repente o mundo não era o mesmo, um palco decorado de balões cheio de flores ao fundo, dos lados, duas palmeiras de balões, se moviam magicamente. Nesse mundo encantado, somos despertados pela voz do diretor, ele se sente contagiado e agradecido pelo trabalho magnífico dos professores. Sua fala é de extrema sabedoria e fica claro, que esse momento, é uma marca sagrada que jamais será esquecida por todos, mas principalmente pelos protagonistas: Alunos do segundo ano.
Depois de compor a mesa dos diretores, as professoras do segundo ano, Denise Ali Adri e Juliana Pena Sander, são aplaudidas junto aos demais professores. Para começar o recital, duas crianças se fazem mestres de cerimônia e comandam as apresentações.  Devagar, vão chegando belas poesias, nas vozes que fazem delas um sopro dos anjos.  Tudo começa com a poesia "Convite" de José Paulo Paes, e termina com "Eu quero Agradecer" de José A. Santana. São lindas poesias de vários autores: Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Jane Taylor, etc. Ao declamar os poemas, os meninos vestiam ternos pretos, e as meninas exibiam graciosidade. Os aplausos eram acompanhados de palavras emocionadas da platéia. Todos fotografavam e filmavam. A surpresa chegou em forma de música, um balé primoroso e uma dança contagiante, prendia a respiração de todos. No momento final,  as cortinas foram fechadas, preparando o último ato. Depois de alguns minutos, abrem-se as cortinas e lá estão todos os alunos vestidos alegremente, meninos dos lados, meninas no meio. Soam vozes e danças, fazem uma bela coreografia, a música nos faz voar sem data de pouso.
Fim.... é um final surpreendente, imaginem o inesperado: com aquelas vozes afinadas, a música "Amigo" de Roberto Carlos, veio arrancar uma lágrima lá do fundo da alma. Como segurar tamanha emoção, em meio a tantas emoções?
Parabéns alunos, diretores e professores, de coração,  agradecemos!
Parabéns escola Pequeno Polegar, pela extrema qualidade e competência!
    " Vocês estão ensinando nossas crianças a enterrar suas raízes no solo dos valores duradouros da vida, para crescer até as estrelas dos seus destinos maiores".
          
          Marlene Campos Vieira

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A FONTE


Voltando ao passado; lá está o super herói He-man, aquele que para enfrentar os perigos conta com uma espada mágica. "Eu tenho a força"! esta é a senha que transformava a realidade do herói.
Nós estamos em perigo constante, num mundo que busca transformações, nem podemos contar com espadas e super-heróis. Há porém meios de nos sentirmos seguros, pois também nós temos "A Força".  Nossa força se revela a todo momento quando realmente a colocamos em prática. Há uma norma antiga que diz: querer é poder, então se queremos podemos.
Foi assim que os grandes inventores puderam nos trazer o que criaram em suas mentes. Assim também muitos como Hitler usaram a força da mente para o horror. 
Tendo a força em nosso interior e a procuramos no mundo, perdemos o mapa do tesouro. Todos os grandes sábios buscaram ensinamentos no mais profundo da alma. Nossa força está numa conta milionária dentro de nós.
Muitos fazem poupança e nunca gastam essa fortuna, que utilidade terá esse tesouro guardado. A mudança do mundo começa em nós, a paz que almejamos começa com a luz que vem do nosso interior.
Um quadro de um pintor famoso, mostrava um mundo conturbado, em meio a toda confusão um pássaro calmamente cuidava dos seus filhotes no seu ninho. Essa é a lição da sabedoria, buscar a paz que existe em nós e iluminar a escuridão. A vida começa todos os dias, com nossa força interior tudo podemos, importante é gastar nossa fortuna com sabedoria.
Muitos como São Francisco de Assis,  mudaram o rumo de suas vidas agindo inexplicavelmente, desprezaram os valores do mundo, quando descobriram os valores eternos. Eles fizeram histórias e viveram a verdadeira alegria. Hoje existem os São Franciscos modernos, substituem pássaros por seres humanos e ocupam-se de através das palavras, mudar o rumo de muitas vidas.
Elas estão logo ali digitando mensagens via internet, conectando-se com as forças dos irmãos para formar uma corrente de forças.
Qual o sentido de uma vida que apenas segue padrões, sem deixar uma marca sequer? Seremos apenas mais um a executar funções?
Já  dizia a música " Irmão é preciso coragem..."  Coragem para descobrir como Irmã Dulce, que a doçura nem sempre causa diabetes, muitas vezes salva vidas.
Lá na fonte está nosso tesouro, simples assim; há milhões é só acionar a senha  do querer e também nós teremos "A Força".
  
MARLENE CAMPOS VIEIRA

domingo, 7 de outubro de 2012

O TAPETE AMARELO


Chego na janela e vejo o tapete amarelo. Fico ali parada, viajando no tempo, meus olhos fixos no tapete de flores amarelas, que a árvore da casa ao lado floriu e se cobriu, despejando pétalas na frente da minha janela.
Por certo é um lindo presente, uma declaração de amor da natureza cobrindo exatamente o meu lugar, o nosso lugar: o universo.
Estar ali na janela, fazendo minhas viagens interiores, correndo pelos jardins suspensos da Babilônia, deitada no tapete amarelo, é tudo que faço ao acordar.
Muito colorido sem nenhum borrão, arte do artista divino de imensa imaginação. Logo bem cedo, pássaros cantam pulando de galho em galho, celebrando um novo dia. As abelhas trabalham incansáveis , são flores incontáveis para extrair o mel.
Essa é a essência da natureza: fechar os ciclos , encerrar os capítulos, esquecer-se do inverno e viver a ardente primavera. Assim vou cultivando meu interior, namorando o tapete amarelo, agradecendo ao artista maior que com esmero o produziu. Parece tão inacreditável, que o vizinho plantou uma  árvore, e ela fez um tapete para mim. Que majestoso! Todos que passam por ali também podem pensar assim.
Vou viver o amarelo, é a alegria da cor, fotografar em minhas pupilas esse acontecimento inesquecível. Fazer uma gravação no CD da minha memória e passá-lo sempre, ouvindo o cantar alegre dos pássaros na  árvore amarela.
Penso no hoje, no agora, na minha alma colorida de um amarelo vibrante, o amanhã fica a cargo do artista e seu pincel mágico.
Viver é se refazer sem medo de ser feliz, então o inesperado acontece e aparece um tapete amarelo na sua janela. A natureza nos convida a  fechar os ciclos, abrir-se ao novo, voar no tapete amarelo.......


Marlene Campos Veira  

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

CRIANÇA, SEMPRE CRIANÇA.....

Dia da criança; Vamos contar realidade e imaginação?

Realidade: 

Na semana passada, fiz uma viagem de vários dias. Moro no primeiro andar e sempre deixei as janelas dos fundos abertas, elas ocupam toda a extensão das paredes. Quando retornei de viagem, encontrei  rastros estranhos dentro de casa, procurei  explicação com os entendidos no assunto e então descobri, que fui visitada por morcegos. A criança que mora em mim, passou a imaginar fatos bem coerentes com o agora.

Imaginação:

Política, barulho, fogos de arrasar. Os bichos assustados, saem do seu habitat pra investigar: será que o mundo vai acabar? Por isso voam das florestas e procuram onde se abrigar, até investigarem as ocorrências.

Os morcegos chegaram à noite, e acharam minhas janelas abertas, viram uma casa desabitada e nela se hospedaram. Outros animais, também acharam onde ficar, e passaram a cumprir suas missões.   

Que confusão o mundo virou, observaram os morcegos: gente e mais gente, bandeiras e bandeiras, cores e cores e uma papelada espalhada por todo lado.   
Chegou a noite; espantados, os morcegos viram sobre um enorme palanque, um sem números de vampiros. Verdade? Aqueles sugadores, vestidos de homens, querendo ganhar pra sugar, que incrível ! Os homens acham que morcego é que vira vampiro, agora tudo estava ali, só eles não compreendiam. 
Poucos dos que se apresentavam no palanque, seguiam as normas do  Mestre: "Eu vim para que todos tenham vida".

Os morcegos já sabiam de tudo, deixaram seus sinais pela casa, comeram as bananas da fruteira e voaram para a floresta. Dentro deles um arrepio de medo, medo dos vampiros dos palanques, medo de serem exterminados, medo dos homens vampiros. 

Assim a floresta inteira tomou conhecimento do fato, agora é hora do homem escolher, eles desejam sorte para o planeta. Afinal as crianças precisam de um mundo melhor. 

Quem sabe uma fada " Verdade", transforme a " Realidade", assim teremos um  final feliz: 

" Que venha a nós o vosso reino, Senhor"!
    
 Marlene Campos Vieira 

domingo, 9 de setembro de 2012

PÁSSAROS FERIDOS


Nos anos setenta, emprestei um livro para uma amiga especial. 
Uma amiga quase aluna de catecismo, que vi crescer e florescer.
Naquele momento da vida, sem que eu soubesse, este livro foi fundamental. 
Era ela quem vivia um drama, maior que o da ficção daquela história.
"Pássaros feridos"-- Não me lembro o nome do autor, era a narração de corações feridos, por um amor impossível. 
Não imaginei que a realidade estivesse ali, no coração daquela jovem e linda mocinha. Ela tinha um imenso amor impossível para sua época; filha de mãe viúva e extremamente cuidadosa, e jovem religiosa e profundamente estruturada.
Assim, naquele pequeno Paraíso, correram alguns boatos, como em todo lugar. Ninguém sabia porém, que tudo que havia era um amor platônico.
Passados alguns anos, anos felizes da nossa vida, o padre jovem e empreendedor que ali vivia foi embora. Deixou marcas imensas do seu dinamismo naquela cidade, e na vida das pessoas. 
O tempo passou, a rosa desabrochou e se transformou numa linda e forte mulher, muito bem formada, pilar da estruturação educacional da região e  advogada respeitada
Com certeza ninguém viu o mar de águas salgadas das suas lágrimas, ninguém viu a flecha enfiada no coração do pássaro ferido. Ela inconscientemente, praticou a filosofia de Paulo Coelho: "É de batalha que se vive a vida, Tente outra vez".
Assim o tempo passou , ela tentou várias vezes até desistir. 
Agora, seu primeiro amor, livre de todas as amarras e compromissos da vida, também como pássaro ferido, convida-a a atravessar o monte e abraçar aquele grande amor, para juntos voltarem ao passado, no presente.
Hoje, ali sentados olhando o mar, as ondas espumantes quebrando-se ao longe, eles de mãos dadas, vivem de coração novo. No peito, apenas amor, as cicatrizes sumiram como por milagre, são exatamente os mesmos jovens, vivendo o ontem no hoje, com total intensidade e maturidade. 
O amor dura para sempre, Deus mostrou com sabedoria que ele era digno de ser vivido.
Eles estão felizes, muito felizes, muito mais que em todos os contos de fadas. Eu estou tão feliz , que a cada noticia que recebo, pulo de alegria, Este é o maior romance escrito nas páginas reais da vida.
Agradeço a Deus esse final feliz, a alegria de ver e contar essa linda " História de Amor " 
Esse é o meu presente de aniversário para ela,  em sete de Setembro;  "Parabéns, afinal é hora do grito de Independência".
Deus nos criou para a  felicidade, seja feliz e seremos felizes.
Marlene Campos Vieira

domingo, 2 de setembro de 2012

Senhor, segure bem forte a minha mão!


ESTE ESPAÇO AGORA, SERÁ ENRIQUECIDO, COM O RELATO MUITO EMOCIONANTE DA AMIGA "DALVA RIBEIRO", VIDA REAL - LEIAM


No dia vinte e quatro de agosto, fez um ano que iniciei o tratamento hemodialítico. Sinceramente, não esperava me submeter tanto tempo a esse processo. Tinha esperanças, ainda que bem lá no fundo, de que meus rins voltariam a funcionar e eu teria a minha vida de volta.  Voltaria a trabalhar, realizaria tudo aquilo que tinha sonhado para mim, antes de descobrir que estava doente. Sonhei até que comemoraria minha cura, fazendo uma viagem à praia com um grupo de amigos e, estando lá, sentada à beira do mar, tomaria uma cervejinha  com eles e me perderia contemplando aquela imensidão de água, as pessoas ao meu redor, enfim, contemplando a beleza da vida.

Contudo, a cura AINDA não veio e a espera por um transplante continua. Por isso, à primeira vista, parece que não há nada para se comemorar. Parece que, se eu for contabilizar o saldo dos acontecimentos de minha vida nesse um ano, o resultado será muito mais negativo do que positivo. Mas não quero fazer uma análise maniqueísta da minha vida, onde só é possível enxergar ou o lado bom, ou o lado ruim dos fatos. Prefiro analisá-la sob a perspectiva de que é possível ver sempre os dois lados e que, se observarmos bem, mesmo quando tudo parece muito ruim, podem-se encontrar coisas boas.

Durante esse período, enfrentei muitos desafios. O primeiro deles foi usar um cateter por seis meses. Fiquei todo esse tempo sem poder entrar debaixo do chuveiro e deixar a água correr livremente pelo meu corpo, da cabeça aos pés. É engraçado como não damos valor às coisas simples, quando as temos e como elas adquirem um valor enorme quando as perdemos. Meu sonho, nesse período, passou a ser tirar o cateter e poder tomar um banho de verdade. Um dia depois de ele ser sacado, me banhei em um rio.  Ninguém imagina o que senti nesse dia. Ao mergulhar naquelas águas límpidas e cristalinas, um sentimento de liberdade e felicidade me invadiu. Agradeci a Deus por poder estar ali, vivendo aquele momento.

Tive que usar o cateter durante seis meses, porque realizei três cirurgias para confecção de fístula (local onde se puncionam as agulhas para realizar o processo hemodialítico) sem nenhum sucesso. Nesse tempo, convivi com o medo dessas cirurgias nunca darem certo, pois conheci uma pessoa que já estava com o corpo todo marcado, devido às várias tentativas infrutíferas de confecção de fístula. Na quarta, cirurgia, porém, tudo deu certo e eu venci, então, mais uma batalha. Mas logo, veio outra. Tive que enfrentar o medo da agulha, uma vez que, dali em diante, eu teria que conviver com elas três vezes por semana.

Não sei o que sentem as pessoas que leem esse relato. Algumas podem achar que realmente não tenho nada o que comemorar. Outras, podem imaginar que só houve sofrimento na minha vida durante esse um ano e por isso sintam pena de mim. E, talvez, haja algumas que acreditem totalmente ao contrário: que não há motivos para piedade, pois o meu relato não é uma contabilização de perdas, mas de vitórias.

Peço aos que se entristeceram com a primeira parte do meu relato que não se sintam assim. Eu não sou, não estou, nem desejo ficar triste. É claro que eu não gostaria de estar nessa situação. Tenho apenas trinta anos. Há tanta coisa para viver. Tanta coisa que o tratamento me impede de viver AGORA. Mas eu aprendi a ter paciência e acreditar nos planos de Deus para minha vida. Não há dúvida de que vivo um momento difícil, talvez o mais difícil que já vivi até hoje. Entretanto, ele não vai durar para sempre. Nada dura para sempre.

Não entendo porque tudo isso está acontecendo justamente comigo, mas sei que deve haver alguma razão. Por isso, tenho tentado tirar desse momento todas as lições possíveis. Hoje, sou, sem dúvida, uma pessoa mais forte, e ainda que muitos não acreditem, sou mais feliz. E passei a ser mais feliz, quando compreendi que há realidades piores do que a minha e que tenho muito mais a agradecer do que  reclamar.

É evidente que há momentos que desanimo, que tenho medo, mas nesses momentos faço minha oração: “Senhor, sei que não sou digna de pedir nada, mas, por favor, segure bem forte na minha mão, para que eu possa seguir adiante.” Sei que não estou sozinha. Preciso acreditar que Deus não abandona seus filhos e que ele está ao meu lado sempre.
Dalva Ribeiro

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Tempo......tempo...tempo.


No fim da madrugada um tic tac metálico me acorda.
Fico imaginando, será alguém andando de salto alto no andar de cima?
Já desperta descubro que são as gotas de chuva batendo na janela.
Observando o tempo e observando a gente, nesse final de Agosto, chegamos a muitas comparações.
Conforme o conceito de C.G.Jung, " sombra é a soma de todos os âmbitos rejeitados da realidade que o homem não quer ver."
A natureza está trazendo pra nós, uma realidade concreta do nosso ser interior.
À noite junto com as sombras descem as gotas de águas da chuva, como lágrimas escondidas.
De manhã brilha um sol esplendoroso, mostrando todo lado alegre da vida.
Porém vem acontecendo um fato novo, em pleno céu azul, por trás dos edifícios, começam a se formar nuvens brancas de algodão. Em poucos minutos dentro delas, chegam as sombras.
Nuvens escuras, sem pedir licença, rapidamente despejam enormes gotas de chuva sobre a terra.
Esse fato tem ocorrido várias vezes ao dia, pegando os desprevenidos de surpresa.
Afinal quem poderia esperar que em pleno sol, descesse um temporal tão rápido e que passasse com a mesma rapidez?
Toda essa visão concreta da natureza transportada para o mundo interior faz muito sentido.
Pois as sombras muitas vezes são o maior perigo para as pessoas, temos sombras que nem conhecemos.
Elas se transformam em opostos, tal como o sol e as nuvens escuras. Num repente, sem aviso nossas sombras nos surpreendem.  Chegam carregadas e se abrem em grandes gotas de lágrimas, exatamente como a chuva em pleno sol.
Fica então claro, que tudo que o ser humano de fato não quer, e de que não gosta, provém de sua própria sombra, visto que ela é a soma de tudo que ele não deseja ter.
Após essa limpeza interior o sol volta a brilhar, o homem volta a sorrir e passa a conhecer seus medos, suas sombras.
Resta cantar aquela música: "Quando entrar Setembro........"
Com certeza, estaremos de bem com a vida, e nos conhecendo melhor, floresceremos como a primavera.